A medicina mudou. O paciente mudou. A forma de comunicar riscos, consentimentos e expectativas mudou. Mas o Direito… bom, esse demorou um pouco para acompanhar. Em meio a prontuários cada vez mais digitais, procedimentos estéticos ultramodernos e decisões judiciais que não param de crescer, uma pergunta vem ganhando força: como garantir segurança jurídica para a atuação profissional médica?